• Mundo do Plástico is part of the Informa Markets Division of Informa PLC

    This site is operated by a business or businesses owned by Informa PLC and all copyright resides with them. Informa PLC's registered office is 5 Howick Place, London SW1P 1WG. Registered in England and Wales. Number 8860726.

A Plástico Brasil

Uso da impressora 3D na indústria do plástico

A impressão 3D, ou manufatura aditiva, é o método por adição sucessiva de camadas de materiais que pode ser uma oportunidade para a indústria do plástico criar novos moldes, com menos desperdício de produtos e mais possibilidades de formatos.

Foi o que apresentou o professor do Senai-São Paulo, Cesar Aparecido Barbosa, durante sua palestra no Parque de Ideias, na Plástico Brasil. Com o tema “Tendências da Impressão 3D na área do Plástico”, o especialista mostrou as vantagens da utilização da impressão 3D, além de exemplificar com quatro estudos de caso, desenvolvido por alunos do Senai.

Segundo o especialista, a manufatura aditiva oferece mais vantagens que o processo de usinagem. “A impressão 3D se assemelha ao processo de criação do [pássaro] João de Barro. Ao invés de esculpir, as camadas já são criadas com as curvas e furos necessários para aquela peça”, explica.

Vantagens da impressão 3D

– Liberdade de design e redução de massa;

– Customização e produção sob demanda. “Com isso, é possível atender demandas personalizadas, sem a necessidade de produção em escala”;

– Elimina a fase de construção de ferramental para baixas produções, pois o molde já será produzido da forma correta;

– Baixo índice de perda e desperdício.

O professor também aponta os grandes desafios do 3D. “O mercado ainda sofre com a falta de mão de obra especializada, além da limitação de materiais desenvolvidos para sua aplicação”, comenta.

Para mostrar a oportunidade que este mercado teria ao utilizar a manufatura aditiva na criação de moldes, um dos estudos de caso apresentados mostrou o processo de criação de um brinquedo de plástico. Foi feito o croqui, que logo é projetado em 3D – para que o software da impressora faça a leitura (fatiamento 3D) e imprima o protótipo. “A próxima etapa é conseguir construir um molde que já possa ir direto para a injetora”, finaliza.

plastico-brasil

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *