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Sistemas de câmara quente: como escolher o mais adequado ao molde?

Sistemas de câmara quente são imprescindíveis quando o assunto são  os  moldes e o processo de injeção de termoplásticos. Eles são constituídos por componentes como manifolds, bicos, resistências elétricas e controladores de temperatura que, juntos, têm a finalidade de garantir que o material plástico se mantenha aquecido e que as cavidades do molde sejam preenchidas de forma balanceada (completadas ao mesmo tempo), evitando, assim, falhas e rebarbas nas peças injetadas.

“Há três benefícios imprescindíveis desses sistemas na fabricação de uma peça plástica injetada. Primeiramente, destaco a melhoria da qualidade e, posteriormente, a redução de custo e a diminuição do prazo de entrega”, afirma Wilson Teixeira, diretor técnico da Tecnoserv.

Tipos de sistemas de câmara quente: como escolher?

Confira, a seguir, os tipos de sistemas de câmara quente oferecidos no mercado e suas diferenciações.

  • Sistema de câmara quente por isolamento: é pouco utilizado devido à pouca eficiência e controle do aquecimento.
  • Sistema de câmara quente por aquecimento externo: é o ideal, no que diz respeito à injeção de materiais de engenharia, pois favorece um controle individual e preciso da temperatura. Além disso, elimina quase que totalmente as chances de degradação do material.
  • Sistema de câmara quente internamente aquecido: em virtude do controle de temperatura menos eficiente, pode causar a degradação do material devido a um tempo de residência maior desse em áreas mortas do sistema.

Na hora de escolher entre os sistemas de câmara quente, portanto, é preciso levar em consideração o material injetado, o peso da peça, a carga existente, a espessura da parede nominal, o comprimento e a altura da peça injetada, o tipo de gate exigido na peça, o número de cavidades e a distância entre as cavidades.

Vantagens e desvantagens dos sistemas de câmara quente

A utilização do sistema de câmara quente para os moldes de injeção, primeiramente, proporciona que o ciclo de injeção seja reduzido e que haja um aumento da consistência da peça injetada, bem como da sua qualidade.

“Ressalto, ainda, a redução do vestígio de entrada do material e da pressão de injeção como vantagens importantes”, pontua Teixeira. Além disso, o sistema auxilia na eliminação de canais frios e, consequentemente, na necessidade de moer os galhos. É possível destacar também o aumento do controle do processo de injeção para um ajuste fino do molde e da peça.

Por outro lado, o processo pode requerer maior investimento, pois há um acréscimo no custo do molde, bem como em seu tamanho,  o que  faz com que haja a necessidade tanto de manutenção e de peças de reposição quanto de um controlador de temperatura específico para a câmara quente.

Qual dos tipos de sistemas de câmara quente você utiliza em sua empresa? Como você determina o mais adequado? Deixe sua mensagem nos comentários.

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