Gestão

Especialista dá 3 dicas para melhorar o gerenciamento do processo de extrusão

Utilizadas na indústria para a fabricação de produtos contínuos, as extrusoras são empregadas com muita técnica na produção de monofilamentos, perfis, tubos e filmes. Para alimentar essas máquinas e garantir que, em contato com a rosca e o cilindro aquecido, o material moído se transforme num novo produto é necessária também muita atenção ao processo. Isso porque cada processo tem uma particularidade, um princípio de filmes flexíveis.

Há sempre de se preocupar com questões como umidade e limpeza. Se há impurezas, resíduos podem parar dentro da extrusoras

“Em nosso processo existem dois tipos de carregamento: o cliente pode comprar e encher manualmente. E o outro é o gravímetro [que monitora a manutenção do peso/metro do filme], em que se coloca os polímeros em um recipiente e a alimentação é feita por um sistema de pesagem de material”, explica Rodrigo Guimarães da Silva, coordenador de projetos da fabricante Carnevalli. Acompanhe, a seguir, 3 dicas do especialista para gerenciar o processo de extrusão, independentemente do processo a ser executado.

1 – Resíduos
“O cuidado no carregamento acaba sendo por conta do cliente final. Há sempre de se preocupar com questões como umidade e limpeza para não deixar impurezas. Se isso ocorre, resíduos podem parar dentro das extrusoras”, orienta o especialista.

2 – Matéria-prima
É preciso prestar bastante atenção na matéria-prima utilizada, além de seguir os parâmetros do maquinário “para tudo sair correto, como temperatura de processamento de acordo com o polímero que ele necessita. Pois cada polímero tem uma temperatura de processamento”, acrescenta.

3 – Profissional extrusor
Para que todo o processo seja corretamente gerenciado, pode ser um bom investimento contratar um profissional específico para a extrusão. “Normalmente, algumas empresas contratam profissionais extrusores que conhecem os equipamentos, entendem os manuais e estão por dentro dos processos, das velocidades dos motores e das temperaturas exigidas”, completa Silva.

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