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Injeção 4.0: entenda como o processo pode ser modernizado

injeção 4.0 na indústria do plástico

No cenário da Manufatura Avançada (ou Indústria 4.0, se preferir), diversas mudanças no que diz respeito ao funcionamento do chão de fábrica podem ser observadas. Afinal, conceitos cada vez mais tecnológicos estão substituindo gradativamente o esforço repetitivo. E embora muitas práticas continuem valendo quando o assunto é o processo de injeção na indústria do plástico, alguns benefícios também poderão ser vistos, conforme explica Paulo Roberto dos Santos,  sócio-diretor da Zorfatec Consultoria.

“O avanço acontecerá nas etapas complementares do processo de injeção, nos quais a aplicação das tecnologias habilitadoras proporcionará muito mais controle, e a integração com robôs e máquinas inteligentes tornará a movimentação de materiais muito mais eficiente e competitiva.”

Também cabe ressaltar que a injeção 4.0 – termo que envolve a aplicação do conceito da Manufatura Avançada –, permitirá um ganho de desempenho, desde o processo de gestão do ferramental, que pode passar a ser automatizado e integrado com células responsáveis por fazer a limpeza, o controle e a medição de moldes.

Além disso, na mesma célula, sistemas de análise de imagem e medição podem fazer a verificação completa das características funcionais e dimensionais das peças. Após as verificações, softwares podem analisar e indicar as eventuais correções a serem processadas. Dessa forma, todo o processo de manutenção das ferramentas passa a ganhar em velocidade e qualidade, assegurando a disponibilidade do ferramental em perfeitas condições.

Cabe destacar, ainda, os avanços proporcionados à injeção 4.0 por meio da inteligência artificial, a chamada IoT.

“Com esse novo recurso, os sistemas proporcionarão o autoajuste dos parâmetros de processo, além de aprenderem continuamente sobre os melhores parâmetros de injeção”, comenta Santos.

 

Investimento demandado para a injeção 4.0

 

O sócio-diretor da Zorfatec esclarece que o investimento na injeção 4.0 está relacionado com a estratégia a ser adotada pela empresa.

“Em princípio, para uma empresa se preparar para a Indústria 4.0, ela não necessariamente tem que investir muito em automação”, avalia.

Depois de definir a estratégia, será possível compreender quais produtos serão necessários para atender o que se almeja, assim como os processos que serão utilizados e as tecnologias que oferecem o melhor desempenho para que eles funcionem bem  – ou seja, o investimento em tecnologia irá depender da estratégia utilizada para a empresa se posicionar  no mercado, podendo ocorrer de modo gradual.

 

Benefícios da injeção 4.0

 

Como já falamos em outras oportunidades, a Manufatura Avançada (Indústria 4.0) como um todo traz muitos benefícios para as empresas. No caso da injeção 4.0,  pode-se destacar os seguintes aspectos:

 

Produção em massa de partes individualizadas

 

A integração horizontal permite a fabricação econômica de peças individuais e personalizadas. Para isso, todos os elementos envolvidos na cadeia de valor são projetados para máxima adaptabilidade e versatilidade.

 

Produção eficiente e flexível

 

O encaminhamento e o uso de todas as informações relevantes, no sentido de integração vertical, permitem a otimização autônoma dos processos de produção existentes.

 

Análise preditiva de processos com Big Data

 

A importância do aspecto digital dos processos para a previsão e otimização da qualidade da peça e do fluxo do processo está aumentando constantemente. As ferramentas de software melhoram a precisão das previsões de qualidade e, assim, permitem a otimização de todo o ciclo de vida do produto.

 

Manutenção prescritiva e inteligente

 

Com ferramentas de análise de dados, a manutenção passa a antecipar possíveis ocorrências, permitindo o planejamento avançado da manutenção.

Você pensa em adorar a injeção 4.0 em sua empresa? Deixe sua mensagem no campo de comentários abaixo.

Sustentabilidade passa pelo plástico: o que sua empresa pode fazer?

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A indústria do plástico vem trabalhando intensamente para se adequar às novas demandas de consumo da sociedade. E um dos desafios das empresas do setor atualmente é saber, justamente, como incorporar a sustentabilidade no dia a dia dos negócios.

Durante muito tempo, acreditou-se que esse conceito custava caro, ou que era apenas para grandes organizações. No entanto, hoje é sabido que as práticas sustentáveis estão totalmente ligadas a um padrão de qualidade e atributos necessários para a operação das empresas. Justamente por isso, a inclusão de tecnologias de ponta nos meios de produção, a otimização de processos, o implemento de inteligência no mapeamento do ciclo de vida dos produtos, o descarte adequado e a coleta seletiva de resíduos, entre outros mecanismos, contribuem diretamente para promover a sustentabilidade de forma integrada.

O comprometimento da indústria do plástico com a sustentabilidade é fundamental

“Promover a sustentabilidade é um dever de todos, inclusive da indústria do plástico. Para que isso ocorra, a fabricação de produtos de qualidade e a preocupação ambiental que envolve os plásticos, inclusive o que devemos fazer com eles após o consumo, é a grande questão”, pontua Miguel Bahiense, presidente da Plastivida.

O especialista destaca, ainda, que “os plásticos são 100% recicláveis e podem ser utilizados em inúmeras ações e produtos, porém, no final de sua vida útil, eles devem ser destinados corretamente”, completa.

Na sociedade atual, não é demais afirmar que a empresa que trabalha dentro dos moldes da sustentabilidade busca atuar com transparência, já que a cadeia produtiva tem atuado em consonância com as exigências estabelecidas pela população em geral. Nesse sentido, a Plastivida oferece um case que é explicado por Bahiense.

“Temos como prioridade promover ações responsáveis para que a sociedade acompanhe e ajude nesse momento de transição de uma economia linear para uma circular, na qual seremos mais eficientes e eficazes na recuperação e no desenvolvimento de cadeias de materiais plásticos recicláveis, obtendo energia, outros produtos, desenvolvimento social, ambiental e econômico”, destaca.

Dicas para incluir o conceito de sustentabilidade em seu negócio

Na indústria do plástico, é possível incluir o conceito de sustentabilidade a partir de diversas ações, entre elas:

1. Adotando uma gestão voltada à ecoeficiência

Há um campo bastante abrangente em termos de ecoeficiência para a indústria do plástico - ou seja, no desenvolvimento de atividades produtivas com o uso mais eficiente de recursos, gerando uma economia no uso de matérias-primas e de insumos.

2. Analisando a pegada ecológica e o ciclo de vida de seus produtos

Fazer a mensuração e avaliação da pegada ecológica daquilo que se produz também é um caminho para adotar a sustentabilidade. Com isso, conhece-se o impacto, rastro ou a consequência gerada no meio ambiente a partir da fabricação de um produto.

E para fazer essa mensuração, o principal recurso é a Análise de Ciclo de Vida (ACV), que possibilita que a empresa avalie o impacto ambiental total de um produto em todas as suas etapas produtivas, desde a extração de matérias-primas até a gestão de resíduos no pós-consumo.

3. Desenvolvendo produtos a partir do ecodesign

A adoção de estratégias de ecodesign, ou seja, a orientação ecológica ainda na etapa de seu desenho, é uma das grandes tendências da indústria plástica em termos de sustentabilidade.

Com isso, os produtos são idealizados objetivando o uso mais consciente e intensivo de recursos naturais, e/ou planejando-se um descarte ou reúso que gere menos impacto ambiental.

E então, pronto para adotar princípios de sustentabilidade em sua empresa? O que você acha da sustentabilidade aplicada à indústria do plástico? Deixe sua mensagem nos comentários.

Como a interação entre indústria e universidade pode trazer ganhos para o setor do plástico?

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O tema inovação não tem saído da pauta de discussão do setor industrial brasileiro por estar diretamente relacionado ao avanço tecnológico necessário para a imersão total das empresas ao conceito da Manufatura Avançada (Indústria 4.0). Nesse contexto, as universidades exercem um papel fundamental, já que têm como demanda principal a formação de profissionais qualificados, além de serem, é claro, fontes de conhecimento científico e de pesquisas que resultam em importantes contribuições para o desenvolvimento industrial.

Também cabe à academia assumir o desafio de ser um agente econômico de direito – já que a produção de conhecimento científico é considerada uma ferramenta importante para a geração de receita –, a ponto de torná-la um “empreendimento econômico”. Por isso, fortalecer a sua interação com a indústria é fundamental para que ela contribua de forma eficaz para o progresso tecnológico do país como um todo.

Indústria e universidade no contexto do setor plástico

Quando se trata, especificamente, da indústria do plástico, Elson Longo, professor e diretor de transferência de tecnologia do Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) , explica que “apesar de algumas pesquisas com a utilização e criação de alguns tipos de plásticos e, apesar de ser a indústria que mais utiliza as universidades, em geral, a academia não é utilizada como deveria. Se as indústrias a utilizassem mais, uma série de problemas que elas possuem seriam facilmente resolvidos, porque viabilizaríamos essa solução. No entanto, para tal, é preciso haver mais reuniões entre os empresários e os coordenadores dos grupos de pesquisas para que se chegue até os professores. Ambas instituições precisam entender a linguagem uma da outra e desenvolver uma linguagem comum.”

Conforme aponta o especialista, nessa relação entre indústria e universidade, apesar de a academia ser um forte elo de pesquisa e inovação para as indústrias e nem sempre ser bem utilizada, é possível citar alguns exemplos que já são realidade. “Nosso laboratório conseguiu desenvolver plásticos 100% biodegradáveis e peças plásticas em substituição a peças de outros materiais”, afirma Longo.

Outro caso interessante é o do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP (Universidade de São Paulo), que tem estudado, desde 2011, os polímeros usados na fabricação de sacolas plásticas e da borracha. Esse estudo tem o intuito de torná-los super polímeros: mais resistentes, capazes de armazenar mais informações e, em um futuro breve, trazer mais segurança a cartões de créditos, cédulas de dinheiro e, até mesmo, a dispositivos de carros.

No próprio IFSC da USP também estuda-se a possibilidade de utilizar plásticos para armazenar dados, como em um CD ou DVD. Nesse caso, os polímeros têm suas propriedades alteradas, para que o material ofereça melhor desempenho. Isso significa que se atribui nova funcionalidade a ele a partir da modificação de suas propriedades, que podem ser feitas de várias formas, como a alteração de suas  moléculas , ou a deposição das macromoléculas do polímero “esticadas” em filmes finos.

Como você percebe a interação entre indústria e universidade? Ela já é realidade em sua empresa? Deixe sua mensagem no campo de comentários abaixo.

Confira as vantagens da impressão 3D para o desenvolvimento de moldes de injeção

vantagens impressão 3D para o desenvolvimento de moldes

Como já abordamos em outras oportunidades por aqui, a indústria do plástico vem adotando cada vez mais a impressão 3D para o desenvolvimento de moldes de injeção. Afinal, a tecnologia possibilita que as empresas reduzam o tempo do processo de prototipagem e aumentem sua vantagem competitiva por meio do desenvolvimento de moldes e ferramentas com custos reduzidos.

As cavidades de injeção impressas em 3D são utilizadas como protótipos funcionais para que as empresas possam desenvolver e realizar testes para validação dessas cavidades antes de usinarem os moldes finais e, com isso, economizarem tempo e custos, já que a usinagem de um molde é um processo caro e demorado. Além disso, fazer ajustes no molde usinado é trabalhoso e pode não apresentar resultados satisfatórios em termos de design das peças”, ressalta Anderson Soares, Territory Manager para Stratasys no Brasil.

Além disso, as empresas da indústria do plástico podem imprimir as cavidades mais de uma vez, fazendo os ajustes necessários, até chegar a validação final. É possível, inclusive, fazer a injeção de uma tiragem curta de peças no próprio material final usando o molde impresso (a quantidade de peças injetadas vai depender do tipo de material, ciclos e condições de temperatura e pressão as quais o molde será submetido). Não à toa, “as economias podem chegar a 80% na redução de tempo e 70% na redução de custos”, declara.

Qual o investimento mínimo necessário para trabalhar com impressão 3D?

De acordo com Soares, o investimento necessário para se trabalhar com impressoras 3D no desenvolvimento de moldes é de, aproximadamente, U$ 115 mil, valor médio de uma impressora de entrada para esse tipo de aplicação.

A impressão 3D pode ser utilizada em todos os portes de empresas?

“Sim, se a empresa tiver alta demanda para o desenvolvimento de produtos que são produzidos através injeção ou se for uma fabricante de moldes/cavidades (a ferramenta) e tiver alta demanda para customização.” 

Como focar em inovação e sustentabilidade na indústria do plástico?

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Inovação e sustentabilidade são dois conceitos que, na realidade atual que vivemos, precisam estar no centro das estratégias de qualquer indústria, independentemente de seu setor ou porte. Inovar significa desbravar oportunidades de mercado, com criatividade e agregação de valor. Ser sustentável, por sua vez, está diretamente relacionado à longevidade dos negócios, ou seja, no que pode ser feito para mantê-los ativos e competitivos diante das mudanças de cenário, sem deixar de lado a preocupação com a redução do impacto social e ambiental de suas operações.

Os materiais plásticos vêm sendo utilizados há anos, substituindo diversos outros tipos de matérias-primas, como o aço, o vidro e a madeira, por exemplo, devido ao seu baixo peso e baixo custo, às suas elevadas resistências mecânicas e químicas, à sua facilidade de aditivação e, ainda, pelo fato de serem 100% recicláveis. Dessa forma, a inovação deve ser constante nesse setor, no sentido de buscar novas fontes naturais ou sintéticas para a obtenção de materiais plásticos, dando preferência, inclusive, para as fontes renováveis, como é o caso dos polímeros desenvolvidos a partir da cana-de-açúcar, do milho, entre outros.

Não à toa, o grande diferencial é a inovação com foco na sustentabilidade, que busca gerar soluções viáveis aos resíduos plásticos pós-consumo, ou uma solução inovadora, capaz de evitar a geração de embalagens ou produtos que apresentem dificuldades de reprocessamento.

Inovação e sustentabilidade na indústria do plástico

Para que a indústria do plástico inove com sustentabilidade é preciso, primeiramente, reconhecer o resíduo plástico como uma oportunidade, e não simplesmente como lixo, principalmente os gerados durante os processamentos industriais e os provenientes de descartes internos.

“Muitas vezes, essas matérias-primas são gratuitas e abundantes”, reforça Valdir Ribeiro da Silva, Coordenador do Curso Técnico em Plástico do Sistema Fiep.

O segundo passo para que inovação e sustentabilidade andem juntas é agregar valor, como por exemplo, fazendo a reciclagem mecânica, para conferir ou melhorar propriedades e dar uma aplicação comercial, principalmente para os materiais nos quais é necessária a extração, que colabora para a degradação.

Há um terceiro passo que, muitas vezes, pode ser o começo e não o fim desse processo, conforme explica Silva.

“É muito importante o incentivo por parte do governo no subsídio a investimentos em pesquisa, em logística reversa, em equipamentos e em instalações”, salienta.

O especialista comenta, ainda, a importância do entendimento de algumas organizações em relação ao consumo do plástico e enfatiza a mudança que deve ocorrer para que se possa inovar com sustentabilidade.

“Há instituições que entendem o consumo do plástico como um problema, entretanto, nós, na FIEP, entendemos que o pós-consumo pode ser um problema com o descarte inadequado. Dessa forma, é preciso inovar desenvolvendo produtos plásticos que possam ser facilmente retornados na etapa final de seu ciclo de vida e reprocessados.”

E com o objetivo de desmistificar o conceito acima e outros relativos à inovação e à sustentabilidade na indústria, trazendo essa filosofia para dentro da empresa, a FIEP criou as bússolas da inovação e sustentabilidade, que  mostram diferenças de cenário entre as empresas de micro, pequeno e grande porte.

Mediante o trabalho, o empresário consegue visualizar as áreas de negócio da sua indústria e perceber a influência desses dois atributos em sua competitividade. Dessa forma, os conceitos se tornam mais tangíveis, permitindo que sejam repensadas estratégias com base em diagnósticos.

Como a inovação e a sustentabilidade são tratadas em sua empresa? Você já desenvolve ações com esse foco? Deixe sua mensagem nos comentários abaixo e até a próxima.

 

Saiba como montar uma boa equipe de trabalho na indústria do plástico

equipe de trabalho na indústria do plástico

Mesmo em tempos de Manufatura Avançada (Indústria 4.0), robótica, inteligência artificial e outros recursos provenientes dos avanços tecnológicos, ter uma boa equipe de trabalho continua sendo fundamental para a excelência organizacional das empresas na indústria do plástico.

A recrutadora Carolina Maciel, da Consultoria Captar RH, explica que os profissionais precisam ser, acima de tudo, capacitados para as tarefas que irão desempenhar, independentemente de seu grau de escolaridade, embora seja recomendável buscar por perfis mistos.

Na teoria, se o profissional da indústria tiver graduação, melhor, pois, em tese, ele possui mais conhecimento sobre a indústria, seus procedimentos e maquinários. Entretanto, a diretoria e a gerência precisam estar cientes de que o salário desse funcionário possivelmente será maior e, muitas vezes, a pessoa contratada terá muito mais conhecimento teórico do que prático”, ressalta.

Já Fabiane Nascimento,  consultora de RH , avalia que é importante priorizar, no momento de contratação, o profissional com cursos específicos voltados ao segmento da indústria, que tenha conhecimento de informática, experiência na área e bom relacionamento interpessoal.

Além disso, o trabalhador precisa acompanhar o ritmo de concorrência do mercado, qualificando-se para lidar com alta tecnologia. “Uma equipe de trabalho para o chão de fábrica não pode ser composta por funcionários que apenas desempenhem de modo automático e mecânico suas funções. Os gestores e recrutadores devem buscar profissionais que tenham capacidade analítica, vontade de aprender, flexibilidade, abertura à inovação e bom conhecimento técnico”, conclui.

Esta avaliação vai ao encontro dos resultados de uma pesquisa realizada pela consultoria Roland Berger, que concluiu que a inovação tecnológica e a automação nos processos estão gerando demanda por um novo perfil de profissionais. A partir dessas previsões, o trabalhador da indústria deverá exercer cada vez menos funções repetitivas, mas, sim, assumir tarefas mais estratégicas na linha produtiva e no controle de projetos.

Recrutamento interno  

Identificar bons talentos entre os profissionais que já atuam na empresa, que tenham perfil e interesse de se desenvolver para ocupar outras funções, pode ser estratégia viável para montar e melhorar a qualidade das equipes, além de contribuir para a motivação e a retenção dos bons times.

Caroline Maciel ressalta que, em muitos casos, a possibilidade de crescimento e os desafios apresentados acabam motivando mais os funcionários do que se fosse oferecido apenas um percentual de aumento de salário. Essa opção pode ajudar, ainda, a reduzir os índices de rotatividade, um problema recorrente nas indústrias.

Quer saber mais sobre assuntos de gestão na indústria do plástico? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e até a próxima!