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Atualização tecnológica da ferramentaria: primeiros passos

atualização tecnológica da ferramentaria - indústria do plástico

A atualização tecnológica é apontada por 49,3% dos transformadores de plástico no Brasil como o caminho para o crescimento. Essa opção perde apenas para iniciativas que impulsionem as vendas (59,4%), de acordo com o estudo de mercado encomendado pelo PICPlast.

Ainda de acordo com o estudo, a necessidade vem da alta concorrência do segmento. Ou seja, há uma demanda investimentos em iniciativas que permitam aprimorar a eficiência operacional, reduzir perdas e aumentar o controle de qualidade.

Apesar da importância, no entanto, a atualização tecnológica ainda é uma atividade desafiadora para muitas empresas. Afinal, é preciso saber onde e como investir para que as novas máquinas e equipamentos tragam o resultado esperado.

Quer entender melhor os benefícios e como planejar a atualização tecnológica do seu negócio? Então, não deixe de ler este artigo!

A importância da atualização tecnológica

"Assim como em quaisquer negócios na modernidade e em um livre mercado, a atualização é extremamente importante e necessária. Além da cobrança do mercado e o aparecimento de novos players, cenário bem comum nesse setor do plástico, também é por meio da atualização de produção que as empresas conseguem melhorar seus produtos, oferecer diferenciações e cortarem custos de longo prazo", explica Jaqueline Pivato, Marketing and International Director da Refrisat.

Com a chegada da Indústria 4.0, a atualização tecnológica se faz ainda mais importante e urgente. Afinal, as indústrias precisarão ser cada vez mais produtivas e flexíveis. Para tanto, é preciso investir em automação e em máquinas modernas e inteligentes.

Vale dizer que esta não é uma preocupação exclusiva das grandes indústrias. Pelo contrário, as pequenas e médias também precisam se modernizar para otimizar a produção. Além disso, a atualização também permite gerir melhor os processos, cumprir com os prazos e produzir itens de alta qualidade.

Como implementar um processo de modernização

Um bom processo de atualização tecnológica precisa partir de um planejamento e de um entendimento dos gargalos atuais do negócio. Só assim será possível priorizar e focar na modernização dos itens que realmente farão a diferencia para a produtividade industrial.

"Acho que existem muitas maneiras de implementar um processo de modernização. Isso depende muito do foco da empresa e da maneira como a produção de cada uma é organizada. Antes de tudo, a organização financeira e administrativa é essencial. Por isso, a elaboração de um projeto técnico com custos e orçamentos para análise preliminar é de extrema importância", recomenda Jaqueline.

De acordo com a profissional, dependendo da empresa, é interessante procurar a ajuda de uma consultoria. Dessa forma, é possível cortar custos desnecessários na compra de equipamentos e instalação e, ao mesmo tempo, encontrar melhor custo-benefício de curto e longo prazo.

"Após a fase de planejamento, orçamento e viabilização financeira, o processo deve seguir um cronograma que foi pré-definido na fase inicial ou revisto antes desse start oficial. Organização para tudo, até mesmo atualizações menores e menos custosas, é essencial, é por meio de um planejamento criterioso e organizado que conseguimos cortar custos e tempo. Portanto, enxergamos que a melhor forma de se modernizar qualquer negócio é com planejamento, e o resto flui naturalmente", completa.

Modernização da fábrica aliada a resultados

É importante frisar que a atualização tecnológica precisa vir acompanhada de objetivos e metas. Só assim a indústria conseguirá obter um retorno sobre o investimento e ganhar mais competitividade no mercado.

Jaqueline recomenda a procura por financiamentos que sejam interessantes para o negócio, desde BNDES até com instituições privadas. "Um financiamento inteligente, feito com base em um estudo prévio, traz um fluxo de caixa mais saudável e permite repasse justo de custos ao cliente e mais modernizações de curto e longo prazo".

Além disso, a especialista chama a atenção para a importância de se manter informado e atento às novidades do mercado por meio da participação em eventos e publicações/notícias sobre o tema.

"Por fim, e talvez mais importante: escute o mercado. É por meio do mercado e do que seus clientes querem/precisam que você vai definir quais são as modernizações que merecem a sua atenção máxima e prioritária", completa.

Ainda é importante capacitar os colaboradores para que eles consigam usar as novas máquinas de maneira apropriada. Portanto, tenha em mente que a atualização tecnológica é um processo que demanda a participação de todos.

Apesar de todos os desafios, este é um investimento que, se realizado de forma correta, tem o poder de levar o negócio a outro patamar!

Vantagens do plástico na construção civil.

 

Do canteiro de obra a edificação, o plástico é vantajoso para a construção civil. Utilizado em edificações, infraestrutura e canteiros de obras, entre outras etapas, o componente pode oferecer uma série de vantagens que outros materiais não têm, como leveza, possibilidade de reúso e maior durabilidade.

Assista ao vídeo e entenda como o plástico é fundamental a construção civil e fique por dentro das vantagens dele nesse nicho de mercado!

Aditivos de limpeza para extrusoras: motivos para apostar nessa tecnologia

Aditivos de limpeza para extrusoras

Entenda como os aditivos de limpeza para extrusoras podem colaborar para aumentar a produtividade na indústria termoplástica e reduzir custos.

Os aditivos de limpeza para extrusoras também são conhecidos como aditivos de purga. Este é um método usado para remover os resíduos de máquina extrusora, injetora ou sopradora. Normalmente, acontece quando há troca de cor ou matéria-prima ou partida de máquina. É parte da preparação para manutenções que precisem da unidade de injeção.

O agente de purga ou "paradeira" é usado para a limpeza de rosca e cilindros de máquinas de moldagem termoplástica. Ele pode ser moído mecanicamente e retornar em próximas limpezas de equipamento. No entanto, a quantidade de vezes em que ele retorna depende dos níveis de contaminação e degradação. No fim de sua vida útil ele se torna um resíduo industrial e, portando, precisa ser descartado apropriadamente.

Conheça melhor os aditivos de limpeza para extrusoras e os seus benefícios para a produção!

O que são aditivos de limpeza para extrusoras

"Os aditivos de limpeza têm como função primordial a economia de tempo e de material plástico durante uma troca de cor e troca de resina ou a eliminação de pontos pretos ocasionados por material carbonizado que está dentro do equipamento, alojado entre o canhão e o barril, que fica se desprendendo e manchando o material que está sendo produzido", explica Paulo Stefano Giammattei, diretor executivo de negócios da Freedom Soluções Plásticas.

O processo de aditivos de limpeza para extrusoras consiste na remoção do material velho ou contaminado do equipamento. Sendo que estes materiais podem ser pigmentos, contaminantes ou, até mesmo, óleos resultados da manutenção da máquina e do molde.

Em equipamentos de moldagem por injeção, o  processo de purga pode ser realizado com materiais virgens. Nestes casos, é preciso de muito material e tempo para que a transição seja realizada com eficácia.

Os aditivos de limpeza para extrusoras também podem ser adicionados ao próprio material que está sendo produtivos. Assim, é importante que haja uma programação no plano de operação durante a troca de resinas. Dessa forma, garante-se que a sequência mais produtiva será adotada.

Entenda as vantagens do processo

"A vantagem principal do uso dos aditivos de limpeza para extrusoras está em diminuir a sucata e tempo de inatividade dos equipamentos. Quando não se usa algum produto para setup de máquina, seja para troca de cor, troca de resina ou para eliminar pontos pretos, você perde muito tempo passando resina e consumindo energia elétrica. Além de geladeira para resfriar o molde nos casos de extrusoras de sopro, ociosidade do operador e desgaste da maquina. A resina ainda acaba sendo processada e virando material reciclado e isso tudo é traduzido em custo oculto, que pode ser eliminado com um bom aditivo de purga eficiente", explica Giammattei.

Dessa forma, os aditivos de limpeza para extrusoras reduzem o tempo de parada de máquina e da mão-de-obra para realizar a troca de cor ou de material. Além disso, o processo minimiza o refugo, o acúmulo de carbono e os defeitos da superfície. Ou seja, permite a produção perfeita de peças, independentemente do tipo de polímero ou de suas dimensões.

Aditivos de limpeza: para que servem?

As empresas que trabalham com maior variedade de cores e resinas encontram no agente de purga um grande aliado para melhorar a eficiência da produção. Isso porque, ao usar o processo de maneira frequente, os aditivos reduzem significativamente o refugo. Ou seja: há uma grande redução de custos.

Vale dizer que novos compostos de purga estão em constante desenvolvimento na indústria. A ideia é que eles possam eliminar uma série de problemas, como a limpeza de áreas com pequenas folgas ou resinas sensíveis à temperatura ou à espessura.

Ainda, processadores que usam compostos de purga relatam menos falhas de processo e de produção, além de mais tempo de atividade e redução de até 50% do tempo de máquina parada.

Você já trabalhou com aditivos de limpeza para extrusoras? Compartilhe com a gente como foi a experiência!

PROFISSIONALIZAR A GESTÃO

Formas de inovar na indústria do plástico

IoT, robótica, indústria 4.0, softwares de gestão... Diante de tanta tecnologia, pode parecer simples inovar na indústria do plástico. Porém, é preciso trazer essas possibilidades para a realidade de cada empresa. Ainda assim, inovar é possível. Confira no vídeo nossas dicas e encontre 3 formas de inovar na sua indústria!

Vantagens dos treinamentos personalizados na indústria do plástico

Treinamentos personalizados na indústria do plástico

Os colaboradores exercem um papel fundamental na produtividade e na competitividade da indústria do plástico. Isso independentemente do cargo que ocupam. Portanto, investir em treinamentos personalizados é sinônimo de investir na melhoria contínua de tarefas e processos internos.

Como resultado, a equipe aprende a maximizar os recursos disponíveis, a gerenciar melhor os projetos e a inovar. Ou seja, desenvolvem capacidades cada vez mais importantes em um mercado altamente competitivo e volátil como o que estamos vivendo.

Além disso, investir em capital humano colabora para reduzir a rotatividade e a incidência de acidentes no chão de fábrica. Dessa forma, a empresa ainda ganha em redução de custos e em perdas decorrentes de demissões e afastamentos.

Será que o seu negócio poder crescer apostando em treinamentos personalizados? Confira!

Treinamentos personalizados: a importância da capacitação na indústria

Aumentar a produtividade sem elevar os custos é um objetivo constante na indústria. Para tanto, não basta substituir os equipamentos por outros mais modernos. Afinal, mesmo com a automação, são as pessoas que operam as máquinas, fazem a sua manutenção e traçam as estratégias de produção, logística, vendas etc.

Dessa forma, otimizar a produção e reduzir as despesas é uma tarefa que requer o investimento em treinamentos personalizados. "Investir em treinamentos melhora toda a cadeia produtiva na fábrica. Além disso, reduz riscos de acidentes, diminui sensivelmente os custos de fabricação e acaba aumentando a qualidade do produto final, traduzindo mais lucros para a empresa", complementa Marcio Urgeles, consultor técnico industrial da Union Industrial.

1. Redução de erros e falhas na produção

Para que o processo seja realizado corretamente, os profissionais precisam entender o que é certo ou errado nas etapas. Minimizar falhas e impedir erros, portanto, parte de conhecimentos sobre o uso do maquinário, equipamentos, processos burocráticos, entre outros.

Inclusive, não é incomum que os equipamentos sejam parados abruptamente justamente pelo seu uso incorreto. "O colaborador bem treinado tem consciência de como utilizar com segurança as máquinas e equipamentos que opera. Assim, evita acidentes e não coloca em risco os demais colegas de trabalho", explica Urgeles.

Dessa forma, contar com uma equipe bem treinada e procedimentos corretos e claros é essencial para atingir a excelência. E, sem capacitação, jamais será possível atingir um padrão ideal de execução na indústria do plástico.

2. Atualização sobre novas tecnologias

Com a chegada da Indústria 4.0, muito tem se falado sobre o uso de robôs e a automatização de tarefas. No entanto, este não é nem de perto um motivo para deixar os treinamentos personalizados de lado.

Se as pessoas não souberem as aplicações da tecnologia, ela jamais será usada de maneira correta. E, pior, a modernização da indústria se tornará uma atividade impossível, uma vez que os colaboradores não entenderão seu propósito.

Capacitar também colabora para atualizar os conhecimentos dentro do negócio. Portanto, mesmo com a tecnologia, é fundamental que todos entendam seus benefícios e desafios. Dessa forma, poderão utilizar as ferramentas de melhor maneira, otimizando a produção.

3. Criação de um padrão de trabalho

Por fim, uma indústria que não capacita ou não investe em treinamentos personalizados, conta com uma equipe em que cada indivíduo realiza as tarefas de uma maneira diferente. Com isso, as operações ficam sem padrão e é difícil de manter um nível de qualidade esperado em todos os processos. Além disso, o negócio corre o risco de que a ausência de determinada pessoa faça com que uma atividade importante fique parada.

Capacitar permite padronizar o que é feito na fábrica ou nos níveis gerenciais. Como resultado, novos colaboradores se adaptam mais rapidamente e a empresa não perde tempo ou dinheiro em casos em que um profissional importante esteja ausente.

Como aplicar um programa de treinamentos personalizados

Agora que você está convencido da importância dos treinamentos personalizados, é chegado o momento de entender como eles podem ser aplicados na indústria do plástico.

Os treinamentos personalizados são formulados considerando as necessidades específicas do negócio. Dessa forma, ele parte de um entendimento dos pontos fortes e fracos da empresa para, então, capacitar cada equipe de acordo com suas particularidades e rotina.

Em outras palavras, os treinamentos personalizados são direcionados à cada área, permitindo que sua aplicação se dê de forma prática e traga resultados.

"Para elaborar e implementar treinamentos são necessários dados e um estudo aprofundado da linha de produção, por meio do qual serão apontados erros e falhas sobre as formas de trabalho e o processo produtivo", explica Urgeles.

A partir daí, os treinamentos podem ser realizados de forma presencial ou on-line, trazendo situações práticas e relacionadas à rotina de cada profissional. Resultando, assim, em uma melhoria na produtividade e na maneira como os processos são executados.

A sua indústria já realizou algum treinamento personalizado? Como foi a experiência? Conte nos comentários!

PROFISSIONALIZAR A GESTÃO

Gestão empresarial: como a tecnologia pode ajudar a indústria do plástico

gestão empresarial digital

Com a chegada da Indústria 4.0, o uso da tecnologia na gestão empresarial se tornou vital para empresas que desejam se manter competitivas. Afinal, é preciso de cada vez mais agilidade e capacidade de inovar. Isto só é possível com processos eficientes e com a coleta e análise de dados para a tomada de decisões.

Mas como a indústria do plástico e a ferramentaria podemaproveitar a tecnologia para uma gestão empresarial eficiente? Confira a seguir!

Modernizar é preciso

Cada vez mais, a modernização se mostra uma questão de sobrevivência. "Na medida que deixamos de acompanhar alguns movimentos e atualizações, perdemos performance, os custos aumentam e precisamos rever as estratégias para continuar mantendo a nossa posição de mercado. Entretanto, no médio prazo, corremos o risco de estamos muito limitados a um mercado consumidor restrito e que está disposto a pagar pelo modelo 'quase artesanal' ou até mesmo artesanal", diz Roberto Vilela. Vilela é especialista nas áreas de gestão e estratégias comerciais e autor do livro "Em Busca do Ritmo Perfeito".

De acordo com o especialista, modernizar permite acelerar os processos, minimizar erros e otimizar os recursos. E a tendência é que os processos manuais sejam substituídos por tecnologia. Dessa forma, o profissional passa a atuar mais na inteligência e nas tomadas de decisão.

Já para Rodney Repullo, CEO da Magic Software Brasil, fornecedora se plataformas de desenvolvimento e integração de aplicações de software, a modernização da indústria não envolve apenas novas tecnologias. "O primeiro passo para o sucesso na entrega de um produto está em conhecer o mercado em que se atua. Os processos de negócios hoje são muito diferentes de há alguns anos. A velocidade do mundo dos negócios exige tecnologias mais simples e ágeis, e não o contrário", explica.

Para Repullo, a ferramentaria do futuro deve estar alinhada a este novo cenário. "A Indústria 4.0 alia automação, robótica, inteligência artificial e tecnologias modernas. A ferramentaria que desejar se manter neste mundo deve observar a evolução de seus clientes neste mundo. Além disso, é preciso lembrar que a Indústria 4.0 é uma jornada. Ela pode se iniciar a qualquer momento e com pequenos passos", conclui.

Como a tecnologia colabora com a gestão empresarial

As tecnologias de software são destinadas à administração das informações envolvendo todas as etapas de negócios. Isso acontece desde o chão de fábrica até a entrega ao cliente. O objetivo é o de se atingir a excelência operacional. "No caso da gestão empresarial da ferramentaria, podemos considerar o controle de cada item envolvendo toda a cadeia de produção e distribuição. Assim como em outros setores, a gestão das informações permite melhor tomada de decisão em busca de menores custos e maior eficiência", explica Repullo.

Vilela chama a atenção para o fato de os recursos disponíveis serem inúmeros. Portanto, é preciso entender quais deles possuem aplicabilidade na gestão empresarial do negócio.

"Recursos tecnológicos para facilitar os processos de gestão de indicadores e performance, gestão de custos, materiais, qualidade e de desperdícios trazem para a ferramentaria uma oportunidade. É hora de entender melhor o seu desempenho e atuar nos momentos necessários com maior assertividade", diz Vilela.

De acordo com o especialista, a tecnologia ainda gera dados confiáveis que apoiam a rápida tomada de decisão. Além disso, o planejamento baseado em dados também é uma oportunidade. A tecnologia ainda pode colaborar para o atendimento ao cliente, como é o caso dos chatbots, por exemplo. Essa ferramenta garante disponibilidade 24 horas por dia, além de desafogar as equipes.

"Quando pensamos no chão de fábrica, precisamos olhar para o conceito de Indústria 4.0 e a tecnologia aplicada neste cenário. Ou seja: dispositivos captando dados na linha de produção e integrados ao sistema de gestão, sensores que identificam oportunidades de melhoria, controle de dados e de produção de ponta a ponta. Esses investimentos resultam em redução de custos operacionais, mais produtividade e competitividade", complementa Vilela.

Quais tecnologias podem ser vantajosas?

Vilela ressalta algumas das já conhecidas ferramentas para a gestão empresarial, como:

  • - ERPs: sistemas para o controle e gestão dos processos/informações internas;
  • - CRM: sistemas para registrar e estratificar os momentos de relacionamento com os clientes;
  • - BI: sistemas para estratificar os números de desempenho da empresa e criar indicadores para as tomadas de decisões;
  • - Ferramentas mais básicas como chats, aplicativos de mensagens etc;
  • - Soluções mobile, que garantem a coleta, acesso e gestão de dados em qualquer ambiente;
  • - Plataformas de gestão de atividades, soluções integradas com bancos, plataformas digitais de fintechs, por exemplo. Permitem a gestão financeira em tempo real e a liberação de créditos e saldos rapidamente e com baixo custo.

Para Repullo, independentemente da ferramenta escolhida, o mais importante é que a empresa mapeie todos os seus processos. "Muitas vezes, pensa-se que uma solução usada por uma outra empresa do setor pode ser usada da mesma maneira. No entanto, devemos considerar quais são os processos reais que a empresa possui. Uma pequena empresa da indústria plástica certamente terá uma ferramentaria muito distinta de uma outra empresa do setor de calçados, por exemplo", explica.

De forma geral, a tecnologia tem muito a contribuir para a gestão empresarial da indústria. E, com isso, garantir mais vantagem competitiva e um crescimento saudável mesmo em meio a cenários altamente complexos, competitivos e instáveis.

E aí? Como você está se preparando para a era da gestão digital? Conte nos comentários!

PROFISSIONALIZAR A GESTÃO

Dicas para profissionalizar a gestão da ferramentaria

Que tal profissionalizar sua gestão? Isso pode trazer muitas vantagens para o dia a dia da sua ferramentaria. Saiba mais sobre gestão em indústrias do plástico!

PROFISSIONALIZAR A GESTÃO

Quais as funções dos robôs na indústria do plástico?

Uso de robôs na indústria do plástico

O uso de robôs na indústria do plástico oferece vantagens para a produtividade e a qualidade do produto final. Com a indústria, 4.0, essa é uma tendência cada vez mais forte, que impacta diretamente nos resultados da produção.

A robótica na indústria do plástico pode ser aplicada de modo abrangente. Oo seja, desde a prototipagem até os processos de transformação, além de englobar a montagem de componentes plásticos. No topo da lista, estão a aplicação de extração de peças de máquinas, o posicionamento de insertos e a rotulagem.

Funções dos robôs na indústria do plástico

De acordo com o professor da Escola Senai Mário Amato, Fabiano Caio José, no campo das embalagens, por exemplo, a robótica desempenha uma função muito importante. "Os robôs trazem maior segurança na área alimentar, tendo em vista que o trabalho realizado por um robô evita a contaminação cruzada”, enfatiza.

Além disso, a robótica também pode ser aplicada em funções como:

  • - Sistema de pintura: nesse caso, evita-se o contato com atmosferas insalubres, com solvente na forma de vapor.
  • - Processos para colocação de insertos na indústria de montagem de peças injetadas.
  • - Implantes na indústria médica: ao utilizar robôs nessa área, evita-se muitos processos de contaminação.
  • - Auxílio em processos que podem gerar problemas com a ergonomia do funcionário.
  • - Indústria farmacêutica: reduz a contaminação na produção das embalagens de fármacos.
  • - Automotiva e aeroespacial: reduz os custos e aumenta a produtividade.
  • - Componentes eletroeletrônicos que exigem elevada precisão e repetibilidade.

Tipos de robôs utilizados na indústria do plástico

Para desenvolver tais atividades, existem quatro perfis de robôs: os Sprue Pickers, os robôs laterais, os robôs cartesianos e os robôs multi-eixos.

  • Sprue picker: esse robô possui três eixos e é conhecido como manipulador. Assim, sua função é a extração do canal de injeção do molde, utilizando uma pinça (normalmente com um sensor para detectar a presença ou não do canal) ou ventosas de sucção para a retirada de peças simples.
  • Robôs laterais: são usados para produzir peças de ciclos rápidos, paredes finas e para a tecnologia de in mould labelling. Esse tipo de robô é parametrizado, com poucas alterações permitidas.
  • Robôs cartesianos: com três eixos principais de controle atuando de forma linear, eles movem-se em linha reta sendo usados, por exemplo, em aplicações automatizadas de moldagem por injeção.
  • Robôs multieixos: eles permitem articulações. Podem ter 3, 5 ou 6 eixos e diversas aplicações.

Dentre os quatro, atualmente o mais utilizado na indústria do plástico são os robôs cartesianos. Isso porque eles movimentam suas garras em três direções. Ainda, esses modelos estão entre os que exigem investimentos de menor porte, embora variem em sua precificação. O de três eixos, por exemplo, resolve atividades mais simples. Por isso, é mais acessível economicamente. O de seis, por sua vez, que é o multieixos, é mais caro. Dessa forma, é usado em aplicações que possuem maior exigência e complexidade.

Cenário da indústria do plástico atual

A principal utilização do robô na indústria do plástico hoje se encontra na retirada de peças das máquinas de injeção. Assim, existem modelos de robôs que vão desde os mais simples até os muito sofisticados, com preços bastante variados. 

Segundo o CEO da Roboris Brasil, Guilherme Thiago de Souza, no mercado do plástico, de modo geral, as empresas ainda têm um pouco de receio de apostarem na robótica e, muitas vezes, isso acontece por não terem um centro de automação.

“As pessoas não estão habituadas a desenvolver essas soluções, mas depois do uso de uma ou duas máquinas, e de observarem que é possível pegar várias subpeças e montarem o conjunto, isso vira um case de sucesso dentro do cliente. Temos exemplos de empresas que compraram a modificação de uma máquina e hoje estão na décima sétima, pois perceberam todas as atividades possíveis de se fazer e o ganho produtivo que tiveram com esse maquinário”, pontua.