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Soluções tecnológicas para conferir na Plástico Brasil 2019

plástico brasil 2019

Hoje (29/03), é o último dia da Plástico Brasil 2019. Nesses cinco dias, diversas marcas expositoras puderam apresentar seus lançamentos para a indústria transformadora do plástico. Dentre os destaques, estão as soluções tecnológicas para as mais variadas aplicações industriais. Confira!

Máquinas para moldes de múltiplas cavidades

Indicada para produtos que requerem dois estágios de desmoldagem, como as tampas com lacre (20 a 70 mm de diâmetro), a Polimold trouxe uma solução para moldes de múltiplas cavidades.

Segundo a empresa, o produto é resultado da união entre um porta-molde e um sistema de câmara quente, cujo principal benefício é a redução do prazo de entrega do ferramental.

Termoformadoras

Outra solução apresentada durante a feira foi a Termoformadora multiestações, da Lakatos, indicada para bandejas, embalagens de alimentos, peças perfuradas e embalagens Blister.

Automática e com alimentação por bobinas, a máquina pode apresentar três ou quatro estações e tem área máxima de moldagem de 720 x 580 ciclos/min. De acordo com a empresa, a solução é projetada de forma modular (desbobinador, transporte, forno, prensas, empilhador e saída), podendo ser individualmente customizada para atender diversas necessidades.

Impressão 3D

Tendência para a indústria do plástico, a impressão 3D está em alta. Fabricada pela Stratasys e apresentada na feira pela sua parceira, a PLMX, a série de impressoras 3D foi projetada para revolucionar o processo de criação em variados segmentos, principalmente o de plástico.

Além da rapidez do processo, a prototipagem tem alto nível de detalhamento, possibilitando a identificação imediata de erros, utiliza a quantidade exata da matéria-prima, oferece peças exclusivas e personalizadas e seus materiais são pós ou filamentos, facilitando a armazenagem e o transporte.

A Plástico Brasil fica aberta para visitação até às 19h de hoje, no São Paulo Expo. O credenciamento é gratuito – não perca esta oportunidade de fazer novos negócios!

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Uso da impressora 3D na indústria do plástico

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A impressão 3D, ou manufatura aditiva, é o método por adição sucessiva de camadas de materiais que pode ser uma oportunidade para a indústria do plástico criar novos moldes, com menos desperdício de produtos e mais possibilidades de formatos.

Foi o que apresentou o professor do Senai-São Paulo, Cesar Aparecido Barbosa, durante sua palestra no Parque de Ideias, na Plástico Brasil. Com o tema “Tendências da Impressão 3D na área do Plástico”, o especialista mostrou as vantagens da utilização da impressão 3D, além de exemplificar com quatro estudos de caso, desenvolvido por alunos do Senai.

Segundo o especialista, a manufatura aditiva oferece mais vantagens que o processo de usinagem. “A impressão 3D se assemelha ao processo de criação do [pássaro] João de Barro. Ao invés de esculpir, as camadas já são criadas com as curvas e furos necessários para aquela peça”, explica.

Vantagens da impressão 3D

- Liberdade de design e redução de massa;

- Customização e produção sob demanda. “Com isso, é possível atender demandas personalizadas, sem a necessidade de produção em escala”;

- Elimina a fase de construção de ferramental para baixas produções, pois o molde já será produzido da forma correta;

- Baixo índice de perda e desperdício.

O professor também aponta os grandes desafios do 3D. “O mercado ainda sofre com a falta de mão de obra especializada, além da limitação de materiais desenvolvidos para sua aplicação”, comenta.

Para mostrar a oportunidade que este mercado teria ao utilizar a manufatura aditiva na criação de moldes, um dos estudos de caso apresentados mostrou o processo de criação de um brinquedo de plástico. Foi feito o croqui, que logo é projetado em 3D – para que o software da impressora faça a leitura (fatiamento 3D) e imprima o protótipo. “A próxima etapa é conseguir construir um molde que já possa ir direto para a injetora”, finaliza.

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Logística reversa: responsabilidades da indústria e do consumidor

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Para que haja o uso consciente do plástico, é preciso que toda a cadeia cumpra sua responsabilidade de descarte correto. O tema foi abordado no Parque de Ideias, durante a edição da Plástico Brasil 2019.

Durante a palestra “Embalagens plásticas pós-consumo: o que fazer?”, a professora da FAAP e engenheira química Cristiane Lima Cortez falou sobre as responsabilidades de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Ciclo da Logística Reversa

Segundo a engenheira, para que seja possível aplicar a logística reversa é preciso o engajamento de todos para promover o uso eficiente dos recursos. “No Brasil, o estado que melhor aplica a logística reversa é São Paulo, que possui um acordo com as empresas para uma operacionalização devida”, explica.

Ela também apresentou um panorama de acordo setoriais para a logística reversa de embalagens plásticas, que são dividias em três categorias:

- Embalagem de agrotóxicos: O Inpev é a entidade gestora, e tem como instrumento geral a Lei Federal 9.974/2000. “90% das embalagens plásticas utilizadas no agronegócio já são reaproveitadas. Este é o sistema que mais recicla no país”, afirma.

- Embalagens plásticas de óleos lubrificantes: Quem participa são as concessionárias, postos de combustível e as lojas de revenda. “Este sistema possui uma boa rastreabilidade da destinação das embalagens, o que permite o acompanhamento logístico”, diz.

- Embalagens plásticas em geral: Este, segundo a professora, é o sistema que necessita de não apenas a contribuição da indústria, como também do consumidor. “É preciso conscientizar a população do descarte correto para que seja possível que esta embalagem plástica possa voltar ao ciclo de produção”, finaliza.

As palestras realizadas no Parque de Ideias são gratuitas a todos os visitantes da Plástico Brasil. Faça já o seu credenciamento e participe!

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Conheça as soluções para digitalização que estão na Plástico Brasil 2019

Conheça as soluções para digitalização que estão na Plástico Brasil 2019

A busca em tempo real por informação e agilidade nos processos se tornou fator crucial para o ganho de competitividade da indústria do plástico. Para ajudar a solucionar esta questão, diversas marcas expositoras da Plástico Brasil 2019 trouxeram inovações para otimizar o dia a dia das fábricas, da linha de produção à gestão.

1: Software de gestão integrada

Dentre as novidades neste tema, a Projedata apresenta um software de gestão integrada, que se classifica ainda como uma ferramenta sob medida para os negócios. O Iniflex é voltado a empresas de manufatura e permite integrar todas as áreas administrativas e produtivas da indústria em um único sistema.

Outra solução presente na feira é o software e hardware para atender as necessidades específicas do mercado, contribuindo com soluções completas para o ganho de competitividade das empresas, produzido pela Vedois.

2: Indústria 4.0

A 4ª Revolução Digital já chegou à indústria do plástico, permitindo a automação, controle e tecnologia da informação para tornar os processos de produção cada vez mais eficientes.

Quem vier à Plástico Brasil poderá conferir os óculos de realidade virtual, ou plataforma de atendimento remoto, capaz de fornecer informações sobre as necessidades de manutenção das máquinas do parque fabril, da Polimáquinas. Sua principal vantagem é a redução da parada das máquinas por meio da orientação à distância.

3: Antecipação de recebíveis

Outro destaque da Plástico Brasil 2019 no segmento de digitalização é a Weel – fintech de antecipação de recebíveis por meio de plataforma on-line. Ao lado de fornecedores de máquinas, insumos e matérias-primas, a Weel tem mostrado ao setor de plástico uma nova modalidade de antecipação de recebíveis on-line, cuja proposta é ajudar a indústria a superar sua dificuldade crônica de acesso a capital de giro e de investimento na produção.

Além dessas soluções, é possível encontrar diversas outras novidades. Afinal, são mais de 800 marcas expositoras, em um espaço de 40.000 m² de exposição.

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Segmento ferramental ganha destaque na Plástico Brasil 2019

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Estreia na Plástico Brasil 2019 uma atração voltada ao segmento ferramental. A 1ª Abinfer Business Center – ABC 2019 traz uma série de palestras e empresas do mercado. Com participação gratuita, a atração também reúne 14 ferramentarias nacionais e 14 fornecedores da cadeira de fabricantes de ferramentais.

O espaço visa proporcionar a exposição de marcas, a geração de negócios, a divulgação da competência produtiva nacional em ferramentais, o aprendizado de novas técnicas e tecnologias e o relacionamento mútuo dos participantes, incluindo expositores, patrocinadores e visitantes. Numa área estrategicamente localizada no pavilhão, a atração reúne estandes das ferramentarias e ampla programação de painéis para exposição das soluções dos fornecedores da cadeia de ferramentais, além de atividades diversas, tais como rodadas de negócios e reuniões setoriais.

Para Jair Bonnatti, diretor geral da JN Ferramentaria, de Joinville (SC), muitas ferramentarias não conseguiriam participar de uma feira de porte internacional se não fosse essa iniciativa. “O ABINFER BUSINESS CENTER tem nos proporcionado network, que é a chave para os negócios”, completa, dizendo que essa edição mal começou e ele já espera pelas próximas.

A satisfação com o novo espaço também é percebida por Fabio Bergantin, sócio da J. Plast, de São Paulo. “Além de encontrar clientes antigos, essa está sendo uma ótima oportunidade para ‘garimparmos’ novos compradores. Estamos diretamente em contato com quem nos interessa”, diz.

As empresas de ferramentaria, bem como as palestras, podem ser conferidas na Plástico Brasil, que acontece até 29 de março, no São Paulo Expo. A inscrição é gratuita!

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Saiba qual é o passo mais importante em direção à Indústria 4.0

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Você que trabalha todos os dias dentro de uma indústria de transformação do plástico saberia dizer quais são as principais dúvidas de quem deseja investir na Indústria 4.0?

Aproveitamos a presença de profissionais do Senai SP na 2ª edição da Plástico Brasil para buscar a resposta dessa pergunta. De acordo com Clemenson Carlos, instrutor de formação envolvido em projetos de Manufatura Avançada de empresas de diversos portes, a principal dúvida está relacionada às tecnologias.

“Ainda acham que são tecnologias caras, que é preciso começar com Inteligência Artificial. Mas não! Existem tecnologias viáveis com custo reduzido para facilitar a migração para a Indústria 4.0.”

Essas tecnologias mais acessíveis contam com IoT (Internet das Coisas) para conectar motores do chão de fábrica. O grande objetivo é realizar uma coleta de dados dos motores para que a manutenção seja mais eficiente. “Temos também os robôs colaborativos. O custo deles está bastante reduzido: já chegaram a custar R$ 1 milhão, hoje são encontrados a R$ 50 mil”, informa Clemenson.

Primeiro e mais importante passo para a Indústria 4.0

Conceitualmente, a Indústria 4.0 conecta máquinas, sistemas e pessoas ao processo produtivo, transformando as indústrias em fábricas inteligentes. Nelas, tanto os produtos quanto as máquinas serão capazes de realizar comunicação e monitoramento entre si.

Diante disso, os gestores precisam fazer um grande mapeamento do próprio negócio para conhecerem o nível de maturidade da empresa. Dado esse primeiro passo, é necessário ir além: conhecer o sistema de gestão integrado à manufatura. Questione se ele é eficiente para só depois começar a aplicar as tecnologias da Indústria 4.0.

Não só a alta gestão tem de estar preparada para a adoção de novas tecnologias. Da diretoria ao chão de fábrica, todos devem entender o que está acontecendo, afinal qualquer um pode contribuir com as mudanças. O operador de máquinas, por exemplo, é quem vai falar dos problemas que enfrenta e que a automação pode resolver.

Retorno sobre o investimento

Qualidade na produto final, economia produtiva, manufatura enxuta e tempo reduzido de produção são alguns pontos positivos após a implantação da Indústria 4.0 na setor da transformação do plástico. Contudo, o retorno depende da combinação de 3 fatores: estratégia adotada, modelo de negócio e tecnologia empregada.

A boa notícia é que a implementação pode ser feita por células. “Começa com o que tem, não precisa trocar a indústria inteira. Ela é implementada aos poucos, começa com piloto”, sugere Denilson Dominicheli, especialista em tecnologia do Instituto Senai de Tecnologia.

Ferramentaria: plano de competitividade discute tributos, tecnologia e mão de obra

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Um planejamento estratégico desenvolvido para a indústria brasileira da ferramentaria prevê ações para um período de 15 anos, a contar de 2007 quando foi elaborado. Dividido em fases de curto, médio e longo prazos, o plano foi teve como base um planejamento do setor chinês que colocou o país asiático como o maior fornecedor mundial de moldes, superando os Estados Unidos na produção mundial.

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Dentre as grandes ações desenhados pela ABINFER (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais) está a capacitação o empresário oriundo do chão de fábrica e que ainda tem pouca noção de gestão empresarial. Nesse sentido, há o entendimento de que a participação em eventos deve contribuir com a ampliação da mentalidade de liderança.

“Aqui na Plástico Brasil trouxemos 13 ferramentarias para um espaço institucional em que o empresário pode entender de que maneira uma feira gera relacionamento, negócio e exposição. Muitos não tinham essa noção”, comenta Christian Dihlmann, presidente da ABINFER. O espaço ainda conta com palestras gratuitas direcionadas a ferramentarias e fornecedores da cadeia de fabricantes de ferramentais. Veja a grade completa dividida por cada um dos dias do evento.

Competitividade mundial

No Brasil, existem cerca de 2.000 ferramentarias de mercado e 3.500 cativas (de empresas que fabricam para elas mesmas).  Os principais desafios que reduzem a competitividade do setor e tem exigido a atenção de Dihlmann são:

  1. Tributos;
  2. Estágio tecnológico: parque brasileiro de máquinas tem 20 anos, em média. De uma forma geral, as máquinas exigem que uma peça seja usinada várias vezes e ainda gastam muita energia;
  3. Formação de mão de obra: precisa ser redesenhada com modelos de educação com mais prática.

“E quando se fala de preço, a gente perde muito para os países asiáticos. Então, estamos estruturando programas que nos permita recuperar a competitividade num médio prazo. Que consiga recuperar o parque fabril, permita ter máquinas atualizadas, que atualize os profissionais - tanto do nível do empresário quanto do chão de fábrica. E que a gente possa continuar vendendo neste período.”

Programas nacional e estadual para ferramentarias

Diante desse cenário, lembra o presidente da ABINFER, foi montado um programa federal chamado Inovar Auto, que envolvia benefícios fiscais em termos de impostos federais, no período de 2013 a 2017. Na sequência, entrou em vigor o Rota 2030, programa com o objetivo de fazer o adensamento da cadeia automotiva, mas que dentre suas regras está a do desenvolvimento da cadeia de ferramentais, de moldes. “Nós estamos contemplados em termos de atributos federais”, explica Dihlmann.

No nível estadual, um programa similar é o Pró-Ferramentaria, em fase de desenvolvimento no estado de São Paulo. “Aqui, as montadoras têm cerca de R$ 10 bilhões em créditos acumulados, que podem ser utilizados na aquisição de ferramentais ou em insumos comprados, ambas as situações no estado de São Paulo. Ou seja, na captação de ferramentais, moldes e matrizes para as montadoras fazerem lançamentos de carros.” O objetivo é liberar o crédito numa velocidade de cerca de R$ 1 bilhão ao ano, pelo período de cerca de 10 anos.

Aprovado num decreto que agora passa pela regulamentação da secretaria da Fazenda, o projeto foi construído pela Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Abinfer e Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) em conjunto com a secretaria paulista.

Engenharia e processos para transformar a indústria do plástico

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Entender a relação entre ciência, tecnologia e sociabilidade e como ela impacta a indústria como um todo. Esse foi o objetivo da palestra “Aspectos da Engenharia nos processos transformadores - Um desafio do futuro”, ministrada pelo professor da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), Antonio Jorge Ferreira Pires.

Abrindo o ciclo de palestras do Parque de Ideias, no segundo dia da Feira Plástico Brasil, o professor abordou o papel da engenharia na criação e desenvolvimento de processos transformadores para a indústria. “Um dos grandes desafios do futuro para a indústria é justamente o de aliar as ciências da natureza, da inovação e da criatividade com a sociabilidade e a produtividade para a indústria”, defendeu.

“A engenharia é método, ferramenta para atingir um fim e, por isso, faz esse trabalho: ela aproxima a ciência da sociabilidade”, completou Pires. Hoje em dia, o grande desafio se manifesta através da necessidade de desenvolver processos cada vez mais rentáveis, socialmente justos e ambientalmente conscientes.

Confira a íntegra da palestra aqui.

Um novo momento para a indústria

Para o professor, a indústria está diante de um novo momento, em que a produção e os produtos precisam lidar com a evolução da sociedade como um todo. “As máquinas no passado olhavam apenas desempenho e produtividade, mas hoje precisam também levar em conta a efetividade desse produto no mercado e as relações dele na sociedade”, discutiu.

Desenvolver proficiência tecnológica, utilizar métodos e estudos atualizados, contar com cálculos seguros e confiáveis. De acordo com o professor, esses são itens fundamentais para a produção industrial, mas é preciso ir além.

“Além da tecnologia, é preciso valorizar o senso e a sensibilidade humana, a ética entre as relações, a valorização do futuro. Se a minha geração pensava em possuir e comprar, a geração de hoje pensa em acessar. Isso deve ser levado em conta”, pontuou.

Segundo Pires, entender que a indústria não pode apenas oferecer produtos, mas precisa criar opções que agreguem valor a ele, já não é novidade.

“ A indústria não pode mais ser apenas uma fornecedora de matéria-prima, mas, sim, pensar na cadeia de forma mais ampla, profunda e abrangente, principalmente no desenvolvimento de melhorias para os processos”, completou.

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Indústria 4.0 chega à Plástico Brasil com linha de customização de produtos

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A Escola Móvel de Indústria 4.0 é mais uma das atrações gratuitas que estão presentes na Plástico Brasil 2019. Em parceria com o Senai, a unidade integra as mais importantes tecnologias presentes na Indústria 4.0 e mostra como é possível trazer mais eficiência e customização na linha de produção, minimizando perdas e custos operacionais.

“Trouxemos 2 robôs, capazes de realizar toda a operação: um com mais flexibilidade, para realizar os movimentos necessários durante a montagem; e outro com mais agilidade, preparado para fazer a gravação personalizada”, explica Clemenson Carlos, instrutor do Senai.

Esse tipo de automatização, segundo o especialista, pode ser inserido em qualquer tipo de produção. Além da autonomia durante a produção, o sistema permite o acompanhamento em tempo real dos principais indicadores de produtividade. “No painel, o gestor consegue acompanhar o percentual de perdas, produtividade e ganhos, dentre outras informações”, pontua.

Dentre as tecnologias aplicadas na Escola Móvel de Indústria 4.0 estão: Inteligência Artificial, Realidade Aumentada, Realidade Virtual, Técnicas de Manufatura Aditiva: Prototipagem e Impressão 3D e Redes Industriais aplicadas à Indústria 4.0. Além dessas há a Robótica Avançada, Sensoriamento, Análise de dados, Internet das coisas (IoT) e Computação em nuvem.

A atração é gratuita para os visitantes da feira. Quem participar da atração, além de ter toda a experiência de uma linha de produção automatizada, ainda ganha um brinde personalizado.

A Plástico Brasil acontece até o dia 29 de março e o credenciamento é gratuito. Confira toda a programação e faça a sua visita!

Aplicação de materiais compósitos na indústria automobilística

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Os compósitos são muito utilizados pela indústria automobilística, e trazem vantagens para este setor. O tema foi apresentado no Parque de Ideias, na palestra “Aplicação de materiais compósitos na indústria automobilística”, pelo engenheiro do Instituto Mauá de Tecnologia, Willian Kurilov.

Ele explicou as propriedades dos compósitos e como eles devem ser produzidos de acordo com a especificação do que será produzido. “Para a indústria automobilística, este material pode ter ganhos. Por exemplo a sua leveza – que traz mais eficiência que o aço”, explica.

Dentre as vantagens dos compósitos, Kurilov destaca:

- Elevada rigidez e resistência específica;

- Processamento relativamente fácil;

- Custo de fabricação relativamente baixo;

- Flexibilidade na orientação do reforço.

O especialista também afirma que os compósitos estão presentes em quase todos os modelos fabricados atualmente – seja em peças internas ou externas, de qualquer tamanho. “Isso acontece pela durabilidade da peça e resistência à corrosão – um compósito pode aumentar a vida útil de um veículo em até 20 anos”, conta.

A aplicação de materiais compósitos na indústria automobilística também oferece a redução de massa, mantendo-se a elevada resistência. “Isso quer dizer que há uma diminuição de emissões e melhoria no consumo de combustível”, explica.

O Parque de Ideias está com uma grade de programação completa, com palestras sobre temas importantes para a indústria do plástico. Além disso, é possível conferir as principais marcas do mercado, com soluções inovadoras para o setor.

A Plástico Brasil vai até dia 29 de março, no São Paulo Expo, e a inscrição é gratuita. Faça já seu credenciamento e venha ver de perto as principais novidades e tendências da indústria do plástico!