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Entenda como funcionam as máquinas injetoras elétricas

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As máquinas injetoras elétricas são muito eficientes na injeção de plástico. Suas qualidades são importantes diferenciais em comparação a outros modelos

Na última década, as máquinas injetoras elétricas passaram a ocupar uma posição de destaque entre quase todos os fabricantes nacionais e estrangeiros de equipamentos destinados à injeção de plástico.

Quando adotados pela indústria, estes equipamentos são responsáveis por oferecer alta precisão na transformação de termoplásticos, sempre com otimização do uso de alta potência e redução de gastos de energia.

Diante disso, convidamos você a entender o que são e como funcionam as máquinas injetoras elétricas, assim como suas principais vantagens e diferenciais que valem todo o investimento demandado. Acompanhe.

Máquinas injetoras elétricas: velocidade e eficiência no processo de moldagem por injeção

Na atualidade, a injetora de plástico se configura como um dos itens mais procurados na indústria do plástico. Um bom equipamento permite rapidez, alta produtividade e a máxima qualidade nos produtos finais.

Basicamente, o objetivo principal das injetoras é derreter o polímero e esculpir a matéria-prima tendo como base o molde e a finalidade do item desejado.

Embora ainda existam aplicações para máquinas de moldagem por injeção hidráulica e híbrida padrão, a maioria dos fabricantes voltou seu foco principalmente na fabricação de máquinas injetoras elétricas, que apresentam diversas qualidades.

As máquinas injetoras elétricas são equipamentos de alta precisão na transformação de termoplásticos. Segundo Márcio Reis, Coordenador Comercial Divisão Plásticos da Eurostec, “elas são usadas principalmente para processos que exigem um perfeito dimensional técnico da peça, baixo consumo energético e alta performance”.

Padrão de funcionamento das injetoras elétricas

No ambiente industrial, as máquinas injetoras elétricas apresentam um padrão de funcionamento relativamente simples. Mas, antes, é preciso entender como funciona uma máquina injetora de plástico no âmbito geral.

Essa máquina é usada no processo de fundir e moldar polímeros de acordo com a peça que será criada no processo de transformação.

Nesse tipo de operação, o plástico é aquecido e injetado em um molde, que em seguida é resfriado e, então, poderá ser aberto para extração da peça.

As injetoras de plásticos elétricas, por sua vez, são máquinas que dispõem de sistemas de acionamentos dos movimentos através de FUSOS e SERVOMOTORES ELÉTRICOS.

“Essa característica reduz significativamente o consumo energético, pois os SERVOS atuam somente quando há movimentos ou operação a ser realizada”, explica Reis.

Este equipamento também proporciona movimentos simultâneos. Com isso, há significativa redução do tempo dos ciclos e processos estáveis. “Esse processo oferece maior precisão, torque, produtividade e uma eficiência energética muito maior”, complementa.

Diferenciais das injetoras elétricas em comparação com as injetoras hidráulicas

Ao contrário do que pode indicar seu nome, as máquinas injetoras elétricas são extremamente eficientes em termos de consumo de energia. Mas os diferenciais não param por aí:

1. Sujam menos: todas as máquinas injetoras elétricas são fabricadas com servomotores elétricos, que garantem a operação de todas as funções da máquina. Por essa característica, o uso do óleo hidráulico é dispensado, o que faz reduzir significativamente qualquer índice de contaminação do ambiente;

2. Consomem pouca energia: As injetoras elétricas contam com grande eficiência energética. Essa eficiência varia entre 50% e 90% se comparadas às injetoras hidráulicas. “Os SERVOS atuam somente quando há, realmente, movimentos ou operação a ser realizada, ao contrário dos modelos hidráulicos, constantemente ligados à energia e que consomem mais”, explica Reis.

3. Maior precisão: Esta máquina é 100% repetível e permite maior precisão nos movimentos com menor desvio padrão no peso injetado.

O tipo de movimento realizado pela máquina permite que o processo negue completamente as flutuações e imprecisões dos movimentos acionados pela pressão hidráulica e suas curvas de pressão inevitáveis.

4. Velocidade aumentada: Essa máquina realiza movimentos simultâneos, apresentando torque instantâneo da injetora, com movimentação linear do servomotor elétrico. “Isso faz com que a velocidade de injeção atingida chegue acima de 450mm por segundo”, explica Reis.

5. Sistema de fechamento central combinado com acionamento elétrico: Este sistema garante um fechamento de 100% da força nominal aplicada, o que reduz o consumo de matéria-prima e aumenta a eficiência produtiva do equipamento.

No caso das injetoras elétricas BOLE, com esse mesmo sistema, a performance do equipamento será potencializada. A máquina também proporciona processos estáveis, torque, economia de matéria-prima e eficiência energética.

Dessa forma, as máquinas injetoras elétricas visam o máximo de desempenho, associando tudo isso ao custo-eficiência. Com isso, há um natural estímulo do investimento demandando, com um retorno bastante significativo.

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