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Conheça 5 medidas do plano de eficiência da indústria do plástico que reduziu em 20% a conta de energia

As onerosas despesas com energia na indústria plástica não têm poupado sequer as empresas mais modernas. Fundada em janeiro de 2011, na cidade de Caxias do Sul, a Plasmosul precisou rever recentemente parte de sua estrutura funcional, mesmo contando com equipamentos novos e pouco dispendiosos.

A empresa, que possui parque fabril de 33.000m² e atua nas áreas de injeção de peças plásticas de médio e grande porte, moldagem de peças no processo de vacuum forming, peças em fiberglass e projetos técnicos, entre outros, fez uma série de mudanças em sua linha de produção. E o resultado obtido não poderia ter sido mais satisfatório.

Para minimizar os gastos no dia a dia, a indústria substituiu as lâmpadas de 135 watts por lâmpadas de LED. Também instalou inversores de aquecimento, medidores para controlar o consumo das máquinas e investiu em sistemas mais econômicos. Com as alterações promovidas, teve 20% de redução na conta de energia.

“É uma economia importante, ainda mais em um momento como esse, em que os custos de energia estão elevados. Precisamos estar atentos a essa questão”, salienta Orlando Marin, diretor do Simplás e da Plasmosul.

Confira as 5 principais medidas adotadas para reduzir as despesas em 20%.

1 – Substituição de lâmpadas econômicas de 135 watts por LED de 60 watts.
2 – Instalação de 3 inversores de aquecimento na injetora de 1800 toneladas.
3 – Instalação de uma manta térmica no canhão de aquecimento nas injetoras maiores.
4 – Substituição nas termoformadoras de mais de 200 resistências por sistemas mais econômicos, de modo que elas só liguem quando a chapa já está no forno.
5 – Instalação de medidor em KWS na subestação, de modo a medir online o consumo de cada máquina.

Eficiência energética na indústria do plástico

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